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  Arquivo Virtual da Geração de Orpheu

 

 

MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO

1890-1916

Mário Sá-Carneiro

   Mário de Sá-Carneiro, gravura riscada em vidro acrílico, 1964 (pormenor)

1890 Nasce a 19 de Maio em Lisboa.
1892 A mãe morre.
1904 Faz uma viagem com o pai pela Europa.
1907 Visita mais uma vez Paris com o pai.
1910 Escreve a peça de teatro Amizade com Tomás Cabreira Júnior.
 1911 Tomás Cabreira Júnior suicida-se com um tiro de pistola no recreio do Liceu Camões, a 8 de Janeiro.
Vai em Outubro para Coimbra cursar Direito, e desiste em Dezembro.
 1912

Edita um livro de contos, Princípio.
Conhece Fernando Pessoa.

Vai para Paris com a intenção de estudar direito na Sorbonne.

 1913 Volta para Lisboa em fins de Junho. 
 1914 Publica dois livros, A Confissão de Lúcio, narrativa, e Dispersão, poemas.
Volta para Paris em Julho, mas a eclosão da guerra fá-lo regressar a Lisboa em Setembro. 
 1915 Participa com Fernando Pessoa na organização e publicação de dois números de uma revista financiada pelo seu pai, Orpheu – o primeiro sai em Março, o segundo em Junho.
Em Orpheu, para além de um poema-paródia do Futurismo, Manucure, faz sair parte dos poemas do livro Indícios de Oiro, que há-de ser editado pela presença em 1937.
Por essa altura publica um livro de contos, Céu em Fogo.
Parte para Paris em Julho.
 1916 Suicida-se a 26 de Abril num quarto do hotel de Nice.